Estava fora de mim noite passada
E imaginei que tivesse dois "eus"!
Como uma divisão de visões opostas,
Dentre de mim, de um "eu"!
Uma viagem alucinógena,
Lá não havia limites, tudo possível,
Perceptivelmente zem!
As religiões foram lembradas,,
Os antissemitas foram contestados,
A fé foi discutida,
Meus dois "eus" entram em contradição,,
Lembro-me que um "eu" pedia por silêncio,,
Já o outro implorava por multidão,,
Tudo muito democrático,
Não houve brigas, nem discussões,,
E havia ainda um terceiro,,
Estava também
Alucinogenamente nas vias de constante viagem,,
E falava ideias de vidas lidas
E lidas vidas imaginarias!
Interessante percepção, quando pensei que estava retardando meus sentidos
Ouvia de longe uma voz
Dizendo pra que eu me acalmasse,,
O meu cavalo azul, parecia mais feroz que nunca
Transgredi a idade média
Abandonei no meio de minha confusão interna
O amigo no boteco, o qual seria o quarto,,
Senti-me um covarde,, por parte de um dos meus "eus"!
De repente meus pés criaram asas,,
O terceiro implorava por outro ambiente,
Olhei para a cavalaria,,
Estavam todos em frenesi,,
E o meu "eu" que implorava por multidão,
Ganhou a causa,
O terceiro era um bom jurista,
Viajamos então,,
Chegamos enfim, e logo reconhecidos!
Receberam-nos com largos sorrisos,
Mas não brindamos,,
Logo desfizemo-nos daquele lugar,,
Meu "eu" do silêncio e da calmaria,
Decidiu que já era a hora
De fechar os olhos e viajar
T
R
A
N
Q
U
I
L
A
M
E
N
T
E.
Cleidin, 31,01,2014.
E imaginei que tivesse dois "eus"!
Como uma divisão de visões opostas,
Dentre de mim, de um "eu"!
Uma viagem alucinógena,
Lá não havia limites, tudo possível,
Perceptivelmente zem!
As religiões foram lembradas,,
Os antissemitas foram contestados,
A fé foi discutida,
Meus dois "eus" entram em contradição,,
Lembro-me que um "eu" pedia por silêncio,,
Já o outro implorava por multidão,,
Tudo muito democrático,
Não houve brigas, nem discussões,,
E havia ainda um terceiro,,
Estava também
Alucinogenamente nas vias de constante viagem,,
E falava ideias de vidas lidas
E lidas vidas imaginarias!
Interessante percepção, quando pensei que estava retardando meus sentidos
Ouvia de longe uma voz
Dizendo pra que eu me acalmasse,,
O meu cavalo azul, parecia mais feroz que nunca
Transgredi a idade média
Abandonei no meio de minha confusão interna
O amigo no boteco, o qual seria o quarto,,
Senti-me um covarde,, por parte de um dos meus "eus"!
De repente meus pés criaram asas,,
O terceiro implorava por outro ambiente,
Olhei para a cavalaria,,
Estavam todos em frenesi,,
E o meu "eu" que implorava por multidão,
Ganhou a causa,
O terceiro era um bom jurista,
Viajamos então,,
Chegamos enfim, e logo reconhecidos!
Receberam-nos com largos sorrisos,
Mas não brindamos,,
Logo desfizemo-nos daquele lugar,,
Meu "eu" do silêncio e da calmaria,
Decidiu que já era a hora
De fechar os olhos e viajar
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E.
Cleidin, 31,01,2014.
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