Acabaram de me abandonar!
Enlouqueceram - me,
Pagaram-me duas cervejas,
Um tablet de frescas balinhas,
E saudações!
Prometeu-me não se demorar,
Mas me abandonou,
Por quê será?
Será por minha ausência,
Perguntei-me?
O bar!
O dono do bar a dormir, roncar!
As conversas de quem não está aqui!
Esfaqueando incontáveis goles!
De falso pudor?
Não!
Percebi por todo momento,
Após um breve pensar, que...
Um falso amigo me abandonou!
Talvez por eu não possuir,
Carro preto, escondido em fumés,
Ou toda/s as formas possíveis!
Cleidin, 02,06,14
quarta-feira, 11 de junho de 2014
INCERTEZAS
E mesmo sabendo do contrário,
Me submeto a mesmice do final de semana na 1!
Aos impropérios do "eu axo"
Acabo me igualando a vida,
E a todos os fracos de observação,
Na extensão da avenida!
"Diz-me com quem tu andas,
E eu te direi quem tu és"!
Assim disse o senhor do mundo,
Aos seus fiéis,
Sem afirmativas,
Porém passível de indagações conflituosas!
A imagem além do conteúdo!
Onde ficam meus amigos bêbados de leitura?
Minha perspicácia e certeza?
Minha dúvida!
Para onde recorrerá minha loucura?
Cleidin, 01,06,14
Me submeto a mesmice do final de semana na 1!
Aos impropérios do "eu axo"
Acabo me igualando a vida,
E a todos os fracos de observação,
Na extensão da avenida!
"Diz-me com quem tu andas,
E eu te direi quem tu és"!
Assim disse o senhor do mundo,
Aos seus fiéis,
Sem afirmativas,
Porém passível de indagações conflituosas!
A imagem além do conteúdo!
Onde ficam meus amigos bêbados de leitura?
Minha perspicácia e certeza?
Minha dúvida!
Para onde recorrerá minha loucura?
Cleidin, 01,06,14
PRISÃO PERPÉTUA
Sua vida não é o que você pensa,
Ela não é sua!
É simplesmente tudo o que você imagina que os outros
Conjecturariam sobre tudo o que você anseia fazer!
Deixar sair sua loucura!?
-Será visto com bons olhos, ou não?
Essa pergunta é sua prisão
Cleidin, 29,03,14
Ela não é sua!
É simplesmente tudo o que você imagina que os outros
Conjecturariam sobre tudo o que você anseia fazer!
Deixar sair sua loucura!?
-Será visto com bons olhos, ou não?
Essa pergunta é sua prisão
Cleidin, 29,03,14
VIDA MORTA
Sério!
Queria mesmo ser uma cara mais. bacana!
Não ser tão "epitáfio"!
Queria mesmo dilacerar a ilusão que vivo,
Dispensar as aparências!
Mas sou pobre de espírito,
Sou fraco,
Chego a ser covarde!
Há embaraços catastróficos no meu olhar,
Amarras em minha razão!
A mulher que amo,
Prendi-me de tal forma que...
Não consigo correr até a loucura,
Sumir talvez!
Fizemos um acordo,
Sem significado ou significante,
Não estive em Genebra!
Muito menos minha opinião a Saussure!
Obrigado sou,
A inspirar toda essa inércia de vida!
E perceber a olhos nus,
Ou de binóculos,
O "sempre mais do mesmo"!
Sem chances no tribunal do júri,
Estrela cadente,
Ou defesa confiável!
Literalmente sem túmulo,
Vivendo cada segundo,
Matando a agonia de uma falsa loucura,
Frequentemente na 1 com a 7!
Cleidin, 27, 05, 14
Queria mesmo ser uma cara mais. bacana!
Não ser tão "epitáfio"!
Queria mesmo dilacerar a ilusão que vivo,
Dispensar as aparências!
Mas sou pobre de espírito,
Sou fraco,
Chego a ser covarde!
Há embaraços catastróficos no meu olhar,
Amarras em minha razão!
A mulher que amo,
Prendi-me de tal forma que...
Não consigo correr até a loucura,
Sumir talvez!
Fizemos um acordo,
Sem significado ou significante,
Não estive em Genebra!
Muito menos minha opinião a Saussure!
Obrigado sou,
A inspirar toda essa inércia de vida!
E perceber a olhos nus,
Ou de binóculos,
O "sempre mais do mesmo"!
Sem chances no tribunal do júri,
Estrela cadente,
Ou defesa confiável!
Literalmente sem túmulo,
Vivendo cada segundo,
Matando a agonia de uma falsa loucura,
Frequentemente na 1 com a 7!
Cleidin, 27, 05, 14
VIOLÊNCIA CLANDESTINA
Eu te mataria se vc deixasse,
Eu foderia sua vida se não fosse meu alter ego,
Assassinaria minha própria vida!
Beberia da sua sede só para tentar te entender,
Porém respeitaria os excessos!
Seria capaz de abrir o seu crânio,
Mergulhar entre seus miolos,
Comer o banquete de púrpuras migalhas,
E sentir o gosto da sua amarga vida!
Renascer no seu mundo mesquinho,
Indiferente as letras do ceifador!
Decifrar as imagens póstumas no fim de tudo!
Teu tudo é nada que é viver!
Asneiras descabidas de seu momento aflito,
Conflito enérgico de tua falta de razão!
Perdão antes da meia noite,
Entender o porquê da calmaria,
Antes de entregarmo-nos ao prazer!
Luxúria! Luxúria!
Eu foderia antes de tudo, tua concupiscência!
Seria mais fácil e indolor satisfazer tua suspeita,
Do que escrever esses versos!
És um desconexo labirinto na minha calmaria,
Meu medo e meu desejo!
Um verbo inconjugável!
Desconhecido entre os especialistas,
Pecado capital, o mal sem oposição!
Pedaço inseparável de minha vertigem,
Minha morte e minha morte!
Meu último gole de loucura!
Cleidin, 17, 05,14
Eu foderia sua vida se não fosse meu alter ego,
Assassinaria minha própria vida!
Beberia da sua sede só para tentar te entender,
Porém respeitaria os excessos!
Seria capaz de abrir o seu crânio,
Mergulhar entre seus miolos,
Comer o banquete de púrpuras migalhas,
E sentir o gosto da sua amarga vida!
Renascer no seu mundo mesquinho,
Indiferente as letras do ceifador!
Decifrar as imagens póstumas no fim de tudo!
Teu tudo é nada que é viver!
Asneiras descabidas de seu momento aflito,
Conflito enérgico de tua falta de razão!
Perdão antes da meia noite,
Entender o porquê da calmaria,
Antes de entregarmo-nos ao prazer!
Luxúria! Luxúria!
Eu foderia antes de tudo, tua concupiscência!
Seria mais fácil e indolor satisfazer tua suspeita,
Do que escrever esses versos!
És um desconexo labirinto na minha calmaria,
Meu medo e meu desejo!
Um verbo inconjugável!
Desconhecido entre os especialistas,
Pecado capital, o mal sem oposição!
Pedaço inseparável de minha vertigem,
Minha morte e minha morte!
Meu último gole de loucura!
Cleidin, 17, 05,14
CRUZ
Tenho uma dor no peito,
Suja como lama,
Tenho um santo escondido,
Revirando minhas entranhas!
Um demônio no altar!
Eu carrego uma cruz,
Nada comparada a de Jesus Cristo!
Minha cruz não pesa,
Não a carrego nos ombros,
Indaga-me a todo milésimo!
Mas não deixa de ser uma tortura,
Meu gólgota!
Faz ferver meu sangue,
Desnorteia minha cabeça,
Transforma minhas retinas!
Crucifiquei minha vida,
E até minha alma,
Não bateram prego em minhas mãos,
Querem porém controla-las!
Meus pés não estão piados,
Mas são reféns do século XXI,
E dá ideia torta,
Do olhar indagador,
A cruz que carrego é vítima do contraste!
Cleidin, 03,05,14
AVIVÀMOS!
Viver é esplandecer,
Viver é observar o inesperado,
Tocar o impossível,
Dedilhar e calmaria,
Viver é morrer,
E ressuscitar em todo amanhecer!
Viver é sobrepujar!
Exceder todos os excessos!
Viver não é morrer,
É matar a toda hora!
As vontades e conjecturas,
Ausentar-se por um milésimo,
O tédio!
Viver é sentar por falta de opção!
Observar uma circuncisão,
E todos os conceitos,
Divergentes!
Viver é sondar-se,
Embriagar-se também,
E por que não ir além?
Não tocar o chão, levitar!
E nunca ter que chorar por alguém!
Viver é quase isso,
Ou não será nunca!?
Viver além das grades que nos moldam,
Das alienações,
As quais nos submetemos,
Por um pouco mais de morte!
Não sei,
Sei apenas que vivo morrendo,
A cada copo, tragada, refeição,
Transas!
A cada exitar, vivamos!?
Cleidin, 01,05,14
DISPAR
O ambiente em que estou e hostil a minha pluralidade de impressões,
São muitas, tantas, várias!
E nada do que eu poderia me refazer!!
Tantos cúmulos absurdos,,
Ideias!
Algumas, acalmam minha indiferença,
Que merda!
Tristemente percebo em meio a tantos amigos,
Que há uma divisão de águas!
E que nesses mares,
Vejo-me submerso
Quase sem fôlego!
Há classes disputando um pedaço de carne assada!
Não, eu minto!
Há um incrédulo prestando-se a plutocracia,
Satisfazendo a vontade da imagem!
Amores vaporizados
E zangas mal interpretadas!
Algo não está no lugar,
Nunca esteve!
O negro ainda é objeto!
Não adianta fingir as disparidades!
Dizem o que não pensam,
Enquanto suas feições e atitudes,
Ditam o contrário!
Não morrerei, pois não basta eu tentar contra mim mesmo!
E quase sempre é "sem querer querendo",
Tento!
Não observar o nascer de um novo dia!
Cleidin, 26,04,14
"FILHO GENTIL"
Doloroso é sentir a dor no olhar da terceira idade,
Na busca por um pouco mais de vida!
É olhar ao redor e ter que esperar,
Inerte,
O mal cheiro e,
O medo!
Olhar com desdém a carnificina capitalista, Corrupta!
E os impostos!?
O vai e vem dos passos arrastados,
Que esnobam os desentendidos,
Nos corredores do "Gentil"!
O "Filho",
O soro disputa uma fétida poltrona,
Não a mãe!
Esta está já sem ar!
O senhor velho sedado,
Ao lado da jovem moça aos berros de infinita dor,
Lança fora com violência,
Secreções púrpuras!
A dor, aos muitos,
Entra e sai sentada,
Deitada,
Sucumbindo!
Não fosse os braços do maqueiro!
Cleidin, 22,04,14
Na busca por um pouco mais de vida!
É olhar ao redor e ter que esperar,
Inerte,
O mal cheiro e,
O medo!
Olhar com desdém a carnificina capitalista, Corrupta!
E os impostos!?
O vai e vem dos passos arrastados,
Que esnobam os desentendidos,
Nos corredores do "Gentil"!
O "Filho",
O soro disputa uma fétida poltrona,
Não a mãe!
Esta está já sem ar!
O senhor velho sedado,
Ao lado da jovem moça aos berros de infinita dor,
Lança fora com violência,
Secreções púrpuras!
A dor, aos muitos,
Entra e sai sentada,
Deitada,
Sucumbindo!
Não fosse os braços do maqueiro!
Cleidin, 22,04,14
AUTO EXTERMÍNIO
Faltam palavras no meu vocabulário!
Me sinto pobre e sem argumentos!
Me falta sensibilidade,
Refutabilidade!
Me sobram crises de autoconfiança!
Sono e repressão,
Preciso enxergar o caminho antes que acabe!
Não tenho palavras para percorrer, descrever...
Meu vocabulário está pobre...
Falido!
Não enxergo além de minha própria burrice,
Meu estado de coma alcoólico!
Vontade incontrolável de tentar contra a própria vida!
Contra a bondade de deus!
Seria minha salvação talvez,
Conhecer toda a Gênese psicológica...
Etnográfica de alguns brutos...
Com isso talvez não me suicidaria!
Por que inverteram os papéis?
Isso é auto-extermínio!
É apagar tudo o que foi profetizado!
É banir feito cão pulguento,
A sorte que ainda resta,
É morrer antes dos 33!
Cleidin, 20,04,14
AMOR?
Amor é um saco!
Um puto que fode a consciência!
Sentimentos pra quê?
Vivemos em função de um mundo irreal!
Não me venham com esses provérbios meticulosos!
Tentando enganar minha certeza!
Ou minha não aversão a causa.
A mim não caiu como luva esse sentimento!
A causa imposta,
D’ estrutura-me lentamente!
Como agulhas em cego manuseio,
Alfinetando minha quase instinta calmaria,
Incita em mim ânsia pelo desleixo
Viver na penumbra,
Conscientemente inerte, em coma!
Cleidin, 31,01,14
terça-feira, 10 de junho de 2014
FIDEL"CASTRO"LIDADE!
Sai em disparada
Enquanto meus olhos sangravam,
De ódio, por amor e dor!
O vento não tocava meu rosto,
Pos senti-me lâmina
Deixei para trás o motivo momentâneo do desgosto
Implorando e jurando na mais bela encenação de arrependimento,
Atrás de uma dança mais íntima me vi a beira do fim,
Metamorfosicamente, tornei-me um espectro,
Solitário às 2h da madrugada
Cego pelo fenômeno neblinatico,
Posei ainda para uma foto a beira do lago gélido e solitário a minha frente,
Enquanto os outros noturnos
Preocupavam-se apenas
Em maltratar os próprios tímpanos,
Num infernal embate de potências sem sentido,
Então em disparada novamente errei pelo descompasso,
Alcoólico e cambaleante de minha vértebra,
O arrependimento tão forte quanto o vácuo do vento
Rasgou-me internamente,
E sem querer sentir,
Percebi o quanto não sou o que queria poder ser!
No retrocesso avistei ainda, Um ponto de chegada,
E um ser abandonado pelos princípios da alteridade,
Da crença que move os passos do reflexo, da humanidade!
E acabei esquecendo,
O que significa bom comportamento da reciprocidade!
Cleidin, 06, 04, 14
ONDE ESTÁ A TAL LIBERDADE?
Nada tenho contra a tal liberdade!
Mas penso que há liberdade demais para viver livre!
E preconceito demais para quem quer, livremente viver!
Nada posso dizer,
Já não tenho certeza de estar livremente vivendo!
Mas tenho certeza de que minhas palavras,
Serão contra mim a qualquer momento!
Contra mim estão,
Todos que insistem em não viver minha fantasia!
Contra mim estão todos os pensamentos incomuns!
Contra o meu conceito de vida moderna!
Tenho como inimiga,
Até minha própria sorte,
Ela nunca me sorteou!
Meu amor,
Minha vida,
Minha joia!
Não há verdade,!
Há impropérios duvidosos!
E uma vida que prefiro viver só!
E só, comigo mesmo há verdade!
A veracidade que eu acredito!
Há uma uma vida indiferente aos contrários,
A culpa é de todos!
Das luzes do iluminismo,!
Ou de tantas buscas por livre arbítrio!
A luz da minha lamparina
No meu canto escuro,
Sem leitura, e sem verdade!
Cleidin, 02,04,14
Até minha própria sorte,
Ela nunca me sorteou!
Meu amor,
Minha vida,
Minha joia!
Não há verdade,!
Há impropérios duvidosos!
E uma vida que prefiro viver só!
E só, comigo mesmo há verdade!
A veracidade que eu acredito!
Há uma uma vida indiferente aos contrários,
A culpa é de todos!
Das luzes do iluminismo,!
Ou de tantas buscas por livre arbítrio!
A luz da minha lamparina
No meu canto escuro,
Sem leitura, e sem verdade!
Cleidin, 02,04,14
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