Nada tenho contra a tal liberdade!
Mas penso que há liberdade demais para viver livre!
E preconceito demais para quem quer, livremente viver!
Nada posso dizer,
Já não tenho certeza de estar livremente vivendo!
Mas tenho certeza de que minhas palavras,
Serão contra mim a qualquer momento!
Contra mim estão,
Todos que insistem em não viver minha fantasia!
Contra mim estão todos os pensamentos incomuns!
Contra o meu conceito de vida moderna!
Tenho como inimiga,
Até minha própria sorte,
Ela nunca me sorteou!
Meu amor,
Minha vida,
Minha joia!
Não há verdade,!
Há impropérios duvidosos!
E uma vida que prefiro viver só!
E só, comigo mesmo há verdade!
A veracidade que eu acredito!
Há uma uma vida indiferente aos contrários,
A culpa é de todos!
Das luzes do iluminismo,!
Ou de tantas buscas por livre arbítrio!
A luz da minha lamparina
No meu canto escuro,
Sem leitura, e sem verdade!
Cleidin, 02,04,14
Até minha própria sorte,
Ela nunca me sorteou!
Meu amor,
Minha vida,
Minha joia!
Não há verdade,!
Há impropérios duvidosos!
E uma vida que prefiro viver só!
E só, comigo mesmo há verdade!
A veracidade que eu acredito!
Há uma uma vida indiferente aos contrários,
A culpa é de todos!
Das luzes do iluminismo,!
Ou de tantas buscas por livre arbítrio!
A luz da minha lamparina
No meu canto escuro,
Sem leitura, e sem verdade!
Cleidin, 02,04,14
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