terça-feira, 10 de junho de 2014
CONTRA TI UM VERIDICTO,
Todos os verborrágicos e maculados,
Os mais éticos possíveis,
As forças favoráveis a alienação social,
Os olhares covardes por entre as lentes escondidos,
Que me olham ao contrário,
Como resposta a minha singular atitude!
Hora! Direis um veredicto!
Das provas contra ti,
Condenar-lhes-ei por eternos séculos!
Do normalíssimo
comportamento,
Desobediência concomitante,
A sua anti-normal falta de juízo!
Tornamo-nos o costume moderno,
Contrário a todos os meios medievais,
As mentes "mortes"!
Intimidavam a confundida humanidade!
Tornamo-nos ímpares distintos,
Inconcordaveis, desafinados,
Ou pensares comuns!
Incapazes de ação conjunta!
Pois bem,
Não há bem comum!
O socialismo barateou-se e tornou-se pobre!
Queimemos o combustível capital "irmãos"!
Pegue para si a chave do cofre!
Dissiparei-me até a estação "sem fé"!
Afim de partir!
Não tinha trem de partida,
Disposto, tinha apenas uma pequena vigilância armada,
Com olhos comprados e sedentos de salário!
Desconfiando de minha falta do que fazer!
Cleidin, 04,03,14
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