Não tenho amigos de
verdade,
Porém minha solidão não me abandona,
Nela eu tenho de um tudo,
Amigos de verdade, os bons, os loucos, os iguais a mim!
Nela eu sou o bajulado,
Sou branco e herdeiro!
Tenho mulheres por que penso ter muito money!
Nela eu crio minhas próprias teorias,
E ninguém reluta em discordar,
Nela eu sou do gueto, e sou da alta!
Minha solidão!
Nela enxergo o invisível,
E toda falta de sentimento de uns para com outros,
Os anseios dos que pedem com dignidade,
E dos que tomam sem compaixão,
Das juras e do não cumprimento,
Do bêbado que passou da dose,
E perdeu o respeito dos seus iguais,
Da mulher velha avó, que entregou-se ao vício,
O velho pai que não aceita a ideologia do visionário filho,
A genitora alienada sem querer saber o que resta,
Na minha solidão os amigos me convocam!
Eles gostam de mim,
Os verdadeiros!
Embriagamo-nos em prol de uma mesma viagem,
Batemos papos recheados de longas horas,
Aguçamos a crítica ao escárnio e ao desprezo!
De repente voltamos no tempo,
Relembramos os bons momentos de meninice!
Quando tínhamos alma, mente e coração virgens!
Vislumbramos os tempos em que tudo tínhamos de aceitar!
Tudo o que importava era não ter que se importar com o mundo adulto!
Apenas servir, obedecer!
Minha solidão!
Sinto-me tão só, mesmo tendo-a como refúgio!
Pois doutra forma eu não estaria só e são!
Cleidin, 07, 03, 14 .
Porém minha solidão não me abandona,
Nela eu tenho de um tudo,
Amigos de verdade, os bons, os loucos, os iguais a mim!
Nela eu sou o bajulado,
Sou branco e herdeiro!
Tenho mulheres por que penso ter muito money!
Nela eu crio minhas próprias teorias,
E ninguém reluta em discordar,
Nela eu sou do gueto, e sou da alta!
Minha solidão!
Nela enxergo o invisível,
E toda falta de sentimento de uns para com outros,
Os anseios dos que pedem com dignidade,
E dos que tomam sem compaixão,
Das juras e do não cumprimento,
Do bêbado que passou da dose,
E perdeu o respeito dos seus iguais,
Da mulher velha avó, que entregou-se ao vício,
O velho pai que não aceita a ideologia do visionário filho,
A genitora alienada sem querer saber o que resta,
Na minha solidão os amigos me convocam!
Eles gostam de mim,
Os verdadeiros!
Embriagamo-nos em prol de uma mesma viagem,
Batemos papos recheados de longas horas,
Aguçamos a crítica ao escárnio e ao desprezo!
De repente voltamos no tempo,
Relembramos os bons momentos de meninice!
Quando tínhamos alma, mente e coração virgens!
Vislumbramos os tempos em que tudo tínhamos de aceitar!
Tudo o que importava era não ter que se importar com o mundo adulto!
Apenas servir, obedecer!
Minha solidão!
Sinto-me tão só, mesmo tendo-a como refúgio!
Pois doutra forma eu não estaria só e são!
Cleidin, 07, 03, 14 .
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