É cheguei no fim do mundo
"Nem" céu e "nem" inferno,
Talvez um plano intermediário!
Desolado sentei a beira da calçada,
Afim de olhar as estrelas, e talvez quem sabe trocar umas ideias!
Ou olhares!
Antes porém me vitalizei,
Tomei chá de 'erva'sidreira!
Com todos os seus efeitos colaterais!
Para perceber que não estou mais no fim do mundo!
Comecei então a conjecturar uma outra "interplanetária" viagem!
Onde só há lugar para um desolado!
No ouvido esquerdo,
Cheio de lamentações me dizia ao longe uma voz!
- Vamos bom homem, me leve com você!
- Farto já estou dessa vida de sujeito social!
Mas não há mais espaço,
Há tudo além dos limites,
Dos Reis soberanos ou deuses com suas cadeias doutrinarias!
Há estrelas que falam e te fazem ri!
Sua sombra que zomba das vidas mortas!
Uma barata de charuto e paletó,
Lhe pedindo com educação que não a enoje,
Pois a fada madrinha não lhe fez ainda um ser humano!
A lua com seus lisos cabelos negros,
Observando sem seus óculos escuros os pecados da noite,
Todo antropofágismo noturno!
Um bairro de vaga-lumes iluminando a calmaria da escuridão,
Dois amantes andarilhos desnudos,
Vivendo toda sorte do mundo,!
Toda sorte do fim de tudo!
Aqui é o fim do mundo,
Boca seca...
Os olhos fogo ardem em versos descarrilhados,
O paladar faminto!
Por uma boa dormida, e o calor de belas e macias costelas .
Desejo incontrolável de dizer ao fim do mundo
Que esqueça por toda vida que teve um dia início!
Agora percebo,
O quanto é nostálgico conversar com estrelas
Quando se tem tanta tecnologia!!!!
Cleidin, 21,03,14
"Nem" céu e "nem" inferno,
Talvez um plano intermediário!
Desolado sentei a beira da calçada,
Afim de olhar as estrelas, e talvez quem sabe trocar umas ideias!
Ou olhares!
Antes porém me vitalizei,
Tomei chá de 'erva'sidreira!
Com todos os seus efeitos colaterais!
Para perceber que não estou mais no fim do mundo!
Comecei então a conjecturar uma outra "interplanetária" viagem!
Onde só há lugar para um desolado!
No ouvido esquerdo,
Cheio de lamentações me dizia ao longe uma voz!
- Vamos bom homem, me leve com você!
- Farto já estou dessa vida de sujeito social!
Mas não há mais espaço,
Há tudo além dos limites,
Dos Reis soberanos ou deuses com suas cadeias doutrinarias!
Há estrelas que falam e te fazem ri!
Sua sombra que zomba das vidas mortas!
Uma barata de charuto e paletó,
Lhe pedindo com educação que não a enoje,
Pois a fada madrinha não lhe fez ainda um ser humano!
A lua com seus lisos cabelos negros,
Observando sem seus óculos escuros os pecados da noite,
Todo antropofágismo noturno!
Um bairro de vaga-lumes iluminando a calmaria da escuridão,
Dois amantes andarilhos desnudos,
Vivendo toda sorte do mundo,!
Toda sorte do fim de tudo!
Aqui é o fim do mundo,
Boca seca...
Os olhos fogo ardem em versos descarrilhados,
O paladar faminto!
Por uma boa dormida, e o calor de belas e macias costelas .
Desejo incontrolável de dizer ao fim do mundo
Que esqueça por toda vida que teve um dia início!
Agora percebo,
O quanto é nostálgico conversar com estrelas
Quando se tem tanta tecnologia!!!!
Cleidin, 21,03,14
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