Entre tantos tombos
Eu vejo a indiferença
no olhar
Aqueles moços ali...
Eu creio no que não
vejo
Eu tento falsear
Fingir um efeito não
tão raro, um arco íris
Comum demais até,
Porém há momentos
errados
Para não se fazer aquilo
que se julga certo
Bebamos água da fonte
do traidor, então.
Façamos cara de
contentamento, lânguido,
Então você desagua
feito água da bica
Água que caiu do céu,
Transforma-se em lama
E dali, pensas,
não! não há mais volta!
E de repente o sol se
amostra radiante outra vez,
E evapora o liquido fatídico
Indesejável e já sem
esperança
Torna-se então,
novamente um elemento do ciclo
Outra vez, só mais
essa vez,
Faça diferente agora!
Cleidin, 23/05/13
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