Estar chovendo,
Chovendo e molhando,
Chovendo e molhando,
Molhando tudo!
Parei em um barzinho da avenida,
E insistir em observar as labutas,
A criancinha filha da mãe pobre,
Correndo descalço na lama,
O trabalhador (gari) passa observando o bar,
Com um olhar tristonho e sedento de vontade de aqui estar,
Encho meu copo um pouco mais,
Escuto conversas de fortuna e boa vida,
Ecoam da mesa ao lado,
Os carros com seus faróis cegos quase se atropelando em um transito nervoso,
Noutro canto, outros caboclos,
Ensaiam conversas desordenadas,
E mastigam feitos bárbaros,
A chuva insiste em não cessar,
Então cogito uma possibilidade,
Já são 16h20min,
Pressinto que minha ausência,
Já atordoa a cabeça de minha costela,
O telefone da mesa ao lado toca,
O gatuno solitário atravessa a rua a procura de teto,
E eu o invejo por não poder correr nu!
A chuva não cessa,
Continua a molhar galhos cortados e jogados no tempo,
Os bárbaros,
Rugem de vontade e de desejo de mulheres,
Eu tenho de ir embora,
Eu preciso sair desse antro!
Cleidin 15,03,14
Parei em um barzinho da avenida,
E insistir em observar as labutas,
A criancinha filha da mãe pobre,
Correndo descalço na lama,
O trabalhador (gari) passa observando o bar,
Com um olhar tristonho e sedento de vontade de aqui estar,
Encho meu copo um pouco mais,
Escuto conversas de fortuna e boa vida,
Ecoam da mesa ao lado,
Os carros com seus faróis cegos quase se atropelando em um transito nervoso,
Noutro canto, outros caboclos,
Ensaiam conversas desordenadas,
E mastigam feitos bárbaros,
A chuva insiste em não cessar,
Então cogito uma possibilidade,
Já são 16h20min,
Pressinto que minha ausência,
Já atordoa a cabeça de minha costela,
O telefone da mesa ao lado toca,
O gatuno solitário atravessa a rua a procura de teto,
E eu o invejo por não poder correr nu!
A chuva não cessa,
Continua a molhar galhos cortados e jogados no tempo,
Os bárbaros,
Rugem de vontade e de desejo de mulheres,
Eu tenho de ir embora,
Eu preciso sair desse antro!
Cleidin 15,03,14
Nenhum comentário:
Postar um comentário