Amor é um saco!
Um puto que fode a consciência!
Sentimentos pra quê?
Vivemos em função de um mundo irreal!
Não me venham com esses provérbios meticulosos!
Tentando enganar minha certeza!
Ou minha não aversão a causa.
A mim não caiu como luva esse sentimento!
A causa imposta,
D’ estrutura-me lentamente!
Como agulhas em cego manuseio,
Alfinetando minha quase instinta calmaria,
Incita em mim ânsia pelo desleixo
Viver na penumbra,
Conscientemente inerte, em coma!
Cleidin, 31,01,14
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