quarta-feira, 11 de junho de 2014
DISPAR
O ambiente em que estou e hostil a minha pluralidade de impressões,
São muitas, tantas, várias!
E nada do que eu poderia me refazer!!
Tantos cúmulos absurdos,,
Ideias!
Algumas, acalmam minha indiferença,
Que merda!
Tristemente percebo em meio a tantos amigos,
Que há uma divisão de águas!
E que nesses mares,
Vejo-me submerso
Quase sem fôlego!
Há classes disputando um pedaço de carne assada!
Não, eu minto!
Há um incrédulo prestando-se a plutocracia,
Satisfazendo a vontade da imagem!
Amores vaporizados
E zangas mal interpretadas!
Algo não está no lugar,
Nunca esteve!
O negro ainda é objeto!
Não adianta fingir as disparidades!
Dizem o que não pensam,
Enquanto suas feições e atitudes,
Ditam o contrário!
Não morrerei, pois não basta eu tentar contra mim mesmo!
E quase sempre é "sem querer querendo",
Tento!
Não observar o nascer de um novo dia!
Cleidin, 26,04,14
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