terça-feira, 21 de maio de 2013

CARTA AO PAI,

Nunca me senti tão triste 

Não como estou nesse momento

Sensação de desconforto

De culpa

De raiva

De arrependimento

Briguei com o patriarca

Brigamos não!!!, discutimos!

É como se algo rachasse o meu peito ao meio

Mas discuti por uma causa, nobre ou não!?

mas a causa era minha, eu acho!

Meu lar hoje se tornou indiferente

E feito covarde procurei refúgio na mesa de bar.

Eu me sinto bem aqui.

Mesmo só!

Queria que essa noite não se findasse tão cedo.

Pelo menos até que se recomponha a minha medíocre postura,

O patriarca merece,

"Pois um filho seu não foje a luta",

Ele expurgou palavras sábias, mesmo com sua brutalidade,

Eu lutei mas logo me calei

Não valia a minha preponderância

Diante da experiência!

Espero em Deus que esse fato não rasgue nossa relação!

E que ao surgir do sol, sejamos novamente pai, filho, amigo e irmãos!


 

Cleidin em:10/04/13

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