terça-feira, 21 de maio de 2013

ILEGIVEL.



Nem nunca

Nem hoje

Nem sempre

Nem me faz falta,



Tudo o que eu não pude absorver,

Status quo, aceitável

Primogênito herdeiro de Rimbaud

Não sou poeta!,



Minha arte é amiúde

Não vaia e nem urge,

E, experimental se cria,



Dizem por ai que sou porrista

Sim, não nego, pois brindo

Por isso desmancho-me em versos,



Em noites a só ou turvolentas

Rabisco o inexprimível

Afim de que conheçam minhas vertigens.



Cleidin,07/04/13


Nenhum comentário:

Postar um comentário