Nem
nunca
Nem
hoje
Nem
sempre
Nem
me faz falta,
Tudo
o que eu não pude absorver,
Status
quo, aceitável
Primogênito herdeiro de Rimbaud
Não sou poeta!,
Minha
arte é amiúde
Não vaia e nem urge,
E,
experimental se cria,
Dizem
por ai que sou porrista
Sim, não nego, pois brindo
Por
isso desmancho-me em versos,
Em
noites a só ou turvolentas
Rabisco
o inexprimível
Afim
de que conheçam minhas vertigens.
Cleidin,07/04/13
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