Ao som baixo do celular financiado.
No quente ambiente em que,
Quase sempre me encontro
Cismo sem trêmulos.
Indiscreto e incerto incisto
Em divagar comigo mesmo
Como deveras ser a vida de marajá?
Que de tanto em tanto,
Toma sem esitar do pobre esquelético
Sem letras, faminto, alanceado.
Dos “grandes” homens do senado
Que de um tudo tem
Por não fazer por aquém
O que de dever lhes foi dado
Há! São uns
miseráveis ricos, coitados!
Que na lida não vivem
Não como jazem grandes patriotas
Que ao findar de suas vidas
Lutaram pela igualdade entre as epidermes
E de uma sociedade sem culpa!
27/02/13
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