Reprimida
liberdade
Não
sabes tu, que não vivo.
A
cada nova tentativa padeço
Solidão
fingida, devota de minha confiança,
E
sorte e desejo
Enfio-lhe
versos pitorescos
Sem
cor... Apáticos!
Crostas
acanhadas jazem,
Sentimentos
malemolentes
A
vontade é dilacerar os suspeitos
Abrir-lhes
o crânio
Mostrar-lhes
a própria ignorância
Que
se encontra ao lado e só!
Viver,
silencia-los
N`outro
plano, escuro ou claro
Liberta-los,
Na
casa, na sala, no bar de estar,
“katharsis”
Ditos
irrequietos estes!?
“FREUD
explica!”
Cleidin:
25/03/13
Nenhum comentário:
Postar um comentário