terça-feira, 21 de maio de 2013

PERCALÇO



Reprimida liberdade

Não sabes tu, que não vivo.

A cada nova tentativa padeço

Solidão fingida, devota de minha confiança,

E sorte e desejo

Enfio-lhe versos pitorescos

Sem cor... Apáticos!

Crostas acanhadas jazem,

Sentimentos malemolentes

A vontade é dilacerar os suspeitos

Abrir-lhes o crânio

Mostrar-lhes a própria ignorância

Que se encontra ao lado e só!

Viver, silencia-los

N`outro plano, escuro ou claro

Liberta-los,

Na casa, na sala, no bar de estar,

“katharsis”

Ditos irrequietos estes!?

“FREUD explica!”



Cleidin: 25/03/13

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