E eis uma curva lá no meio da onda
Uma onda ali nas proximidades da
curva também
Uma expectativa metafórica se
mostra
A um espectro impotente que observa
Eu sou talvez tu!
Fajuto enganador de contradições
Amante anacoluto, sem querer das
tenras letras.
Uma incoerência perplexa.
No perplexo meio da curva da onda
No entanto, mesmo sendo alma.
Conquanto divago ao sabor abrupto
da brisa que me toca
Nas infinitas madeixas azuis
claras dela, escorrego.
Ela que porquanto é a caravela
Que leva e releva em tantos
afogamentos de absurdos
Minha tripulação de pensamentos
inconformados.
Ela! Penso eu, é mais titubeante
que a própria onda.
Talvez mais do que meu próprio eu,
Mas conformado no meio de tanta agua
e curva
Ela aparece sempre desnuda
O espectro, TCHIBUM!
Cleidin, 06/07/13
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